Latest / Logosofia no Dia a Dia / Como Destravar a Potência de Energia Que Você Não Sabe Que Tem
Transcript
- Oi, é o Ronny. Tudo bem? Nós estamos entrando no capítulo 5 desse livro fantástico. Recordando sempre que o livro tá postado o PDF um pouco mais acima aqui no nosso canal, né? Na sequência das conversas aqui. E o capítulo 5, ele dá noções que preparam a investigação interna. A gente estava falando sobre isso no capítulo anterior, né? A necessidade do conhecimento de si mesmo como grande proposta que a Logosofia oferece, né, como Conhecimento Transcendente e vai tratar também sobre a vida e destino do ser humano, sensacional, né? Mas para essa jornada, para essa caminhada, né, do conhecimento de si mesmo, há o conhecimento necessário para que essa investigação sobre si mesmo, nessa busca, essa jornada, não seja algo em vão, não seja um movimento, né, perdido assim, desmedido de qualquer jeito. Para isso que a Logosofia oferece um conjunto de conhecimentos. Aliás, esse é o objetivo, né, do ensinamento logosófico, nos preparar e nos conduzir como guia nessa jornada de busca de si mesmo. É sensacional isso, né? E eu tava recordando de duas coisas muito importantes nessa para esse capítulo. De vez em quando eu lembro da famosa, né, frase, é um era um princípio naquela época que a atribuída a Hermes Trimegisto, né? Hermes Trimegisto é uma figura que não existiu, de fato, não foi uma pessoa, né? Ele é até você faz investigar o conceito de Hermes Trimegisto, ele é, na verdade, uma figura lendária, mitológica, até advinda da mistura de dois deuses, né? O grego e o egípcio antigo. Que na verdade foi é como se fosse a figura que representa o conhecimento eh é, as escolas de conhecimento transcendente da época lá do final do Egito e da civilização grega no começo da sua busca pelo conhecimento, né? Isso é antes do... Estamos falando de quase 2.500, 3.000 talvez anos antes de hoje. Mas a Hermes foi atribuído, né? Na famosa Tábua de Esmeralda tinha vários princípios, que eram os princípios para a vida. E um deles é o que é famoso demais, que assim, o que está em cima está em baixo e o que está em baixo está em cima. Que era o princípio da correspondência, que é uma lei, a correspondência é uma lei no universo, na criação, né? Então assim, de fato, o que a gente conhece e existe no mundo físico, que a gente já consegue compreender, é um reflexo do que existe no mundo metafísico, da organização do mundo metafísico. E lembrando, o metafísico é aquilo que não é físico. Porque está num plano que não é o físico, mas é a causa, né? É o que governa, é que estrutura e mantém a criação funcionando, rodando do jeito que a gente conhece, né? Então as leis, as próprias leis da física, não são, você não pega a lei na mão, né? Assim, a lei da gravidade, você não pega a lei da gravidade na mão, mas a gente sente e conhece o efeito que essa lei ocasiona. Mas isso é, né? A lei afeta o físico, mas a lei é metafísica, quer dizer, ela não existe, né? Não é um mecanismo, não é uma engrenagem física. São forças, são realidades no plano metafísico, assim como as leis que afetam o próprio mundo mental, né? Então, as leis de afinidade, por exemplo. Quanto a gente se aproxima dos seres e a gente se vincula com as pessoas que tem, em geral, afinidade com nossos pensamentos, né, assim, ao ponto, inclusive, que é um ponto perigoso, da gente acabar se isolando de outros seres que não têm afinidade com o nosso pensamento e às vezes a gente vê essa situação social em que há todo mundo se dividindo, né, ou politicamente, ou ideologicamente, ou seja o que for, né, futebol, eh há muitas leis, né, que são essas, vamos dizer, as engrenagens centrais do mundo mental, do mundo metafísico. E estava falando, né, agora recém, a lei de evolução, quer dizer, a lei que determina e que faz tudo na criação evoluir. É uma lei metafísica. Tem consequências no físico, né? Tudo na criação evolui. E aí a gente tava falando da necessidade de voltar essa compreensão sobre a lei de evolução para o próprio ser humano, não na questão biológica, fisiológica da evolução, mas a questão metafísica, né? Nós existimos como engrenagem com o mecanismo interno para a Evolução Consciente. E é disso que esse livro trata, né? O Mecanismo da Vida Consciente. Bom, então, tratando disso, fechando esse parênteses sobre o mundo metafísico, o que é metafísico, essas analogias que eu gosto de fazer entre o que eu conheço e o que eu entendo aqui no mundo físico, terreno, para entender o metafísico, para mim são assim ferramentas muito importantes. Talvez por isso que foi considerado lá atrás há milhares de anos como um dos princípios do Conhecimento Transcendente, essa lei né? Esse princípio da correspondência ou da analogia também de que a gente vai compreender o grande a partir do pequeno. Muito bem. Então, o que que eu queria exatamente me manifestar com isso de dar desse preparo? Por exemplo, eu hoje já tenho um conhecimento eh básico, né, ou mais do que básico já um pouco maior sobre, por exemplo, como é que funciona o corpo humano. Até porque, quando eu decidi que eu ia transformar minha saúde há 3 anos e 4 meses atrás, né? E um dia, dois dias já, eh eu comecei a entender um pouco mais, a buscar conhecimento sobre como é que funciona o corpo, tudo direitinho, poder aproveitar melhor, tanto a parte da nutrição que eu tava tendo, né, que eu tenho o nutrólogo me guiando, mas especialmente a parte do exercício físico, da criação, ou melhor, do foco em aumentar músculo, né, em focar no aumento do grupo muscular do corpo, para poder gastar mais calorias, para poder perder gordura corporal, tudo isso que a gente sabe que o ser todo mundo tá sempre atrás e ou em geral tá muito preocupado, hoje em dia mais do que nunca, todo mundo preocupado em manter a massa muscular ou criar a massa muscular, porque a medicina agora já entende que é vital para a manutenção da saúde e para a longevidade, né, da vida humana. Eh, como é que o músculo funciona? E aí quando a gente vai desse do próximo, do pequeno aqui, a gente consegue compreender algo vital, eu penso, para a vida metafísica. O músculo é o grande acumulador de energia do corpo. Grande acumulador de energia do corpo. Isso é uma coisa que eu nem sabia antes, né? Por quê? Porque o músculo ele acumula a energia que a gente consome em alimentos, é, ele armazena a glicose, que é o principal que o corpo, né, faz da comida, ele armazena a glicose em si mesmo, no tecido muscular na forma de glicogênio. Isso que acontece? Quando eu demando, quando eu vou para academia, daqui a pouco vou para academia, o que vai acontecer daqui a pouco quando for para academia? Quando eu começar a demandar do músculo, seja qual for, uma força e a resistência, porque são os exercícios que a gente faz na academia, é exercício de força e resistência. Ele vai quebrar ele vai destransformar, ele vai voltar esse glicogênio para glicose, né? Para poder aproveitar e se alimentar enquanto eu demando dele essa energia toda. Tem outra forma também, é outra, o músculo acumula outra coisa que é o ATP, que é adenosina trifosfato e daí que é uma forma de energia também que fica à disposição para um movimento rápido assim de força, sabe? Assim de a gente sai correndo, por exemplo, a gente usa esse ATP, né? Mas isso aí já são detalhes demais da parte fisiológica e eu não sou médico, também não sou especialista nisso. Mas olha que interessante, o corpo humano ele é um acumulador de energia, então. E quanto mais músculo a gente coloca no corpo, maior é o tamanho da bateria, né? Então, você imagina que nosso corpo, ele é, na verdade, uma bateria. O fígado também acumula energia também, né, na forma se não me engano, do glicogênio também. Mas, voltando ao ponto, ou da glicose. Eh, o corpo é um acumulador de energia. E aí, quanto mais a gente compreende como é que o corpo armazena energia e utiliza essa energia e a gente consegue, então, com isso, quanto mais a gente entende, mais a gente consegue aproveitar essa condição, essa realidade. Então, que que tanto é que que eu faço, né? Eu, à noite, a minha refeição noturna, ela prepara e carrega, garante que eu carreguei o corpo, os músculos de glicogênio para poder treinar às 6 horas da manhã. Se eu fizer aquela refeição, tem gente que faz uma refeição assim: "Ah, come só uma saladinha à noite". É, ótimo. Só que se você quiser treinar em jejum, como eu treino às 6 horas da manhã, não vai ter energia para treinar bem. Então, eu não posso fazer aquela refeiçãozinha que só uma saladinha à noite, eu preciso de uma refeição mais completa, com carboidrato, com tudo isso para poder exatamente garantir que a bateria, né, os músculos estão carregados da energia que eles vão precisar utilizar para eu poder treinar intensamente. Muito bem, dito isto, isso está próximo, né? Isso está embaixo aqui. Vamos pensar aqui no corpo metafísico, a engrenagem metafísica, ou seja, a estrutura que não é física, mas é metafísica e que tem na nossa constituição, também é uma acumuladora de energia. Mas o problema é que cada um de nós, em geral, gasta essa energia com as ocupações, com, com vamos dizer assim, entretenimento, distrações, amarguras, angústias. A gente vive uma vida em que a gente vai gastando as energias internas, não as físicas, tô falando, tô falando das metafísicas. E é por isso que a gente se sente esgotado muitos dias. E às vezes durante períodos longos da vida. E tem gente que se sente esgotada a vida toda, como se tivesse sem energia para enfrentar as lutas, os desafios, perdão, para poder encarar a jornada da vida com todos os as dificuldades, encarar as circunstâncias e fatos que são desfavoráveis. Às vezes a gente passa uma vida toda assim se sentindo ligado por essa vida terrena e pelos desafios que obrigatoriamente a gente tem que passar, mais aqueles que a gente vai escolhendo passar, né, por várias razões. E o pior é essa sensação de que assim, a energia só vai embora, sabe? É você já sentiu isso? Eu já senti isso muitas vezes na vida. De que assim, sabe, assim, tô esgotado, eu não aguento mais, sabe? Essa sensação de que ah, né? Eu imagino que você saiba que você já tenha sentido algum momento. Não é à toa que muitas vezes a gente se sente sem, sabe? Sem saída, sem esperança. A gente perde a alegria às vezes, né? Por quê? Porque é como essa energia vital que não é física tivesse esvaído ou tivesse tão baixa que a sensação é que assim, desânimo, ansiedade, angústia sobre essa a experiência da vida. Mas o que a Logosofia apresenta e esse capítulo ele, nessa preparação, nessas noções que prepara a investigação interna, faz uma explicação muito lógica, muito interessante sobre assim, nós somos, do ponto de vista metafísico, obviamente, antes até do que sermos do ponto de vista físico, nós somos produtores e acumuladores de energia, mas é preciso aprender e entender como é que o mecanismo metafísico cria e guarda, né? Acumula energia e mais do que isso, como é que a gente utiliza essa energia de forma que ela sempre esteja disponível, que nunca cabe, ao contrário, que ela seja o próprio mecanismo, seja um gerador de energia muito além da energia requerida para viver as experiências humanas que a gente vive no dia a dia. Imagina, é como se a gente pudesse destravar uma potência, uma potência que a gente tem e que a gente não sabe utilizar. O Mecanismo da Vida Consciente está intrinsecamente vinculado a essa realidade ou essa realidade está intimamente vinculada a entender esse Mecanismo da Vida Consciente. Essa é a primeira reflexão sobre o capítulo 5, que eu, né, sugiro como sempre a leitura. Faça a leitura e da leitura vão surgir muitas reflexões que são sempre pontos de referência, né? Por que que eu falo sempre ah que surjam reflexões úteis? Porque a reflexão que surge, quer dizer, quando reflete em cada um de nós, o que a gente lê, o que a gente compreende, são pontos de referência sobre essa investigação de si mesmo. São pontos de referência sobre esse caminhar, essa jornada que cada um de nós deve realizar ou pode realizar em si mesmo, que é o que a gente quer, é o que a gente tá buscando, né? De um jeito ou de outro, a gente acaba buscando isso. Por isso que a gente tá aqui. Bom, então boa leitura, boas reflexões iniciais, fique bem e até o próximo podcast.