Latest / Logosofia no Dia a Dia / A Mente Humana como Chave para Desvendar os Enigmas da Existência
Transcript
- Oi, é o Ronny, tudo bem? Eu tô super animado aqui pensando em detalhes ou nuances do conhecimento logosófico que eu só pego quando eu faço de novo, né, um estudo meditado, bem detido sobre aquele tópico que eu já estudei e posso ter estudado n vezes. Mas cada estudo, cada vez que eu volto, eu pego uma nuance diferente, eu, né, consigo completar a imagem é como se essas imagens todas da compreensão, a nossa compreensão sobre cada um dos tópicos ou a nossa compreensão sobre o conhecimento de si mesmo que a logosofia oferece e tem como base do seu método, são várias faces dessa realidade que elas estão continuamente em construção dentro da minha mente. E dentro da mente de qualquer um que estude a logosofia, né, como a gente tá fazendo, de qualquer forma. Seja uma leitura, seja um estudo mais detido, mas o mais importante é entender que é um trabalho que tá constantemente em andamento. Não é assim: "Ah, entendi que a logosofia explica sobre isso". Então, pronto, acabou, eu já sei sobre isso. Não. Porque a nossa capacidade de compreender o ensinamento, ela é proporcional à capacidade da própria engrenagem que o ensinamento capacita. Você entendeu? Qual é a dualidade disso? Então, ué, mas então, é um loop, né? É um infinito, assim, um é, mais ou menos isso. Quer dizer, quanto mais o conhecimento logosófico capacita e faz a engrenagem mental desenvolver-se e funcionar com mais propriedade, capacidade, maior é a porção de conhecimento que a gente é capaz de por ver do ensinamento e consequentemente ele faz essa retroalimentação, né, da mente. Então, é por isso que a gente estuda sempre, né? Por isso que eu estudo sem parar. Assim, todo dia e eu volto no mesmo tópico vários dias, no mesmo ensinamentos, porque é um movimento dinâmico, é vivo, né? É um movimento que a gente vai sentindo que vai acontecendo, enquanto a mente vai acompanhando e a gente vai percebendo no antes, como eu estava falando, por exemplo, então o que que é que eu estava mais surpreso né dessa vez ainda nesse primeiro nesse primeiro capítulo. Eu estava lembrando que faz não faz 30 anos quando a gente começou a ouvir na ciência uma expressão de que o intestino humano era um segundo cérebro assim como o coração também já é falado sobre isso. Aí você fala assim não sei se você já ouviu sobre essa expressão, né, que o intestino é o segundo cérebro, você fala: "Bom, não é possível, como assim?" Pois é. Acho que foi em 1998, no final dos anos 1900, que foi publicado o primeiro livro, chamava-se Segundo Cérebro, se não me engano, que começava assim, a ciência quando começou a entender que o intestino, longe de ser apenas um órgão lá auxiliar e simples, ele tem uma rede, veja, ele tem ele é um sistema, ele é quase como um vamos dizer. Ele é quase um segundo cérebro mesmo, porque ele tem uma rede de neurônios, ele tem um conjunto de neurônios no intestino, né, ligado ao órgão que funciona independente dos neurônios do cérebro. Aí você fala assim: "Como assim?" Eu lembro que a minha cara devia ter sido essa de totalmente clueless, né, assim, sem nenhuma ideia do que era isso. E o que eu fui entendendo ao longo desses anos é que então os órgãos do corpo, né, os órgãos do corpo físico, eles são muito mais complexos do que a gente sabia até poucas décadas atrás. E essa parte do intestino, até porque hoje, né, acho que onde tá mais focado essa conversa toda de intestino, é o a ciência tá falando da microbiota, que é esse é o conjunto de micro organismos né, que vivem no nosso intestino, isso também era tratado como um negócio, ah, tem bactérias lá e outras, né, que vivem no intestino da gente, tudo bem. Agora tá sendo tratado sobre a microbiota e sai direto notícia sobre isso. Aí, pessoal, os médicos já hoje, né, já assim, já saiu da parte de ciência de descoberta para parte de ciência de cuidados humanos, né? Então, já tem muita indicação de cuidar da microbiota do intestino, de dos alimentos que ajudam a microbiota, o que atrapalha e porque e o mais curioso, eu não entendo, né, quase nada dessa área toda de biologia de saúde, mas o mais interessante é que vai ficando vai surgindo a luz, né? Quando veja só que interessante. Quando o conhecimento consegue abarcar e jogar a luz num lugar, num espaço, num determinado ponto que tava escuro, tava escondido da gente. É como se fosse assim, é o que a gente chama de descoberta, né? Então assim, a gente tá descobrindo um negócio que já existe há, né, 300 mil anos no ser humano, está agora descobrindo a função vital do intestino para tudo. Porque não é só uma questão de não é para digestão. O ponto principal dessa história da microbiota, não é que vai fazer importante para questão. É que assim, a influência profunda que a microbiota tem sobre a saúde mental do ser humano, o humor e até tomada de decisões. Ou seja, inclinações, sabe assim, de de nos deixar numa inclinação, numa tendência de atuar de uma forma, por quê? Por conta desse dessa rede de neurônios, por ser um ter um microcérebro lá que é influenciado por essa população de bactérias. Eu acho isso tudo se você tem conhecimento sobre isso e é da área, eu eu olha, eu te admiro muito, porque eu acho isso tudo muito louco. Eu falo: "Meu Deus, como assim, né"? Mas por que que eu tô citando esse caso da microbiota, né? Não é o não é o ponto do não a gente não a luz do fim não trata sobre a microbiota. O ponto mais importante que assim, quando a gente vê que a humanidade, que nós nós não estamos no limite do conhecimento, na fronteira final, a gente tá descobrindo, ainda hoje, coisas que teoricamente seriam básicas sobre a nossa vida. Esse é o ponto principal para mim. A gente está descobrindo agora, né, atualmente, o que é um negócio que existe há milhares e milhares de anos, desde os 100 mil anos aí que mais ou menos o ser humano é tido como tal. E agora a gente está começando a entender que não só tem esse sistema, né, neural junto do intestino próprio e que isso influencia diretamente o cérebro principal nosso. E que então o negócio é muito sério, quer dizer, não dá para olhar para isso como se intestino fosse o que era a vida inteira para gente. Então é preciso uma reavaliação à luz do conhecimento que vai surgindo, é preciso uma reavaliação de como cada um de nós, vamos dizer assim, cuida, né, do próprio intestino e uma reavaliação da importância dessa desse órgão, né, do corpo e dessa desse equilíbrio da microbiota. Então, não é só não quero falar sobre isso especificamente, mas eu eu quero dar o exemplo, fazer a analogia com o seguinte. A logosofia, ela faz exatamente essa função que a gente precisa tanto. Qual função, Ronny? Você me pergunta. Essa de apresentar ou declarar e jogar uma luz sobre algo da vida interna, que não é a vida fisiológica, né? Porque não é o que tem dentro da gente fisiológica como o intestino. Mas quando a logosofia apresenta a vida interna e os órgãos metafísicos da vida interna, como a mente, na sensibilidade, a consciência, assim, quando quando a logosofia trata de desvendar e estar apresentando para cada um de nós, uma configuração, um sistema mental, um sistema sensível, o próprio sistema instintivo, que é o sistema que praticamente atuou sozinho desde os primórdios, porque era só para sobrevivência e hoje, né, acaba influenciando a gente ainda muito na vida que já não deveria mais fazê-lo. A consciência como a própria essência do ser humano e que precisa ser ampliada, né, despertada de um sono profundo, é assim, é uma série de imagens que vão maravilhosamente explicando aquilo que a gente ignorava até então. Então, você vê que é assim, assim como a gente acha hoje, a gente abre um olho e fala assim: "Nossa, como assim essa história do intestino segundo o cérebro e a microbiota e o sistema neural do intestino, tipo assim, hã?" E a gente leva um susto. Mas é um susto que abre possibilidades de melhorar de forma determinante a saúde do ser humano. Muito bem, analogamente, a logosofia, ela apresenta de forma eu realmente, assim, eu gosto de falar, em vez de revolucionária, eu gosto de falar evolucionária, porque não é uma revolução, é uma evolução de um estado em que a gente parte de inconsciência, que a gente tinha como humanidade e eu, eu digo por mim, né, até 30 anos atrás, eu tinha inconsciência praticamente completa disso tudo. Eu não conhecia essa realidade da minha vida, que é a realidade metafísica, que é quem eu sou? Como é que eu sou configurado do ponto de vista mental, sensível? Essa realidade espiritual que não tem nada de né, de sobrehumano, de sobrenatural, está falando dessa realidade metafísica do ser humano que já existe de novo, não é que agora que surge, já existe e sempre existiu. A gente só não sabia e essa é a minha alegria, né, o meu entusiasmo por conta disso. Eu não sabia disso e eu não sabia como cuidar disso, nem como utilizar a meu favor esse órgão. Então a logosofia, quando eu tô falando, que órgão eu tô falando? A logosofia declara, de fato, que está na mente humana, né, na mente de cada um de nós, a chave que decifra todos os enigmas da nossa existência. Olha que afirmação mais incrível, chega a me arrepiar. Isso tá escrito, tá? Isso é um trecho de um dos parágrafos, de um ensinamento nesse primeiro capítulo. É assim, ó, a logosofia desfralda a bandeira revolucionária do pensamento contemporâneo, para dizer ao mundo que na mente humana, só na mente humana, se há de achar a grande chave que decifre todos os enigmas da existência. Fala sério. Eu você não você tem você não ficou arrepiado também com essa, com essa afirmação? Eu fico assim, mexe comigo numa forma, por quê? Porque é exatamente o que eu busquei. É o que eu buscava sem saber o que era. Eu buscava a chave que decifrasse esses enigmas todos da minha existência, da criação, de tudo. Do porquê, de como, de da onde, para onde? Em nome do quê? Você pode escolher qualquer forma de de questionar, né? Os grandes enigmas da existência. Então, a hora que a gente olha para um ensinamento como esse, e se dá conta do que que a logosofia tá a eh informando jogando luz, é porque é de fato na mente e o mecanismo da vida consciente, que é a razão desse livro que a gente começou agora, o mecanismo da vida consciente, ele funciona exatamente por conta dessa organização dessa descoberta, parte da descoberta da mente humana, da nossa mente, não como apenas uma coisa que existe, porque a gente fala na mente, o ser humano tem uma mente, a gente fala sobre isso também há milhares de anos também. Igual falava do intestino. O ponto não é saber que existe, o ponto e o ponto revolucionário, ou evolucionário, é exatamente quando a gente começa a entender o que que de verdade é a mente humana. Essa é a grande luz que a logosofia jogou ou é projetou para mim em cima de uma realidade que a humanidade já falava de de modo simplório há muito tempo. É sobre isso. E o mecanismo da vida consciente para cada um de nós, né, da nossa vida consciente ele se dá a partir dessa grande chave que a mente oferece e que está na mente. A gente vai ver porquê. A partir de agora, nos próximos capítulos, a gente vai entender esse mecanismo. Mas acho que vale muito a pena refletir sobre isso daqui, né? E pensar que tá em nossas mãos e tá na mão de cada um de nós, não tá na mão de outros. Fazer disso, dessa oportunidade, a oportunidade de mudar a vida de forma determinante para muito melhor, para ser muito mais feliz, para poder se aproximar cada vez mais daquilo que cada um de nós sempre buscou sem saber o que era. Ótima leitura, reflexões, fique bem e até o próximo podcast.