Latest / Logosofia no Dia a Dia / Não é Metáfora: O Caminho da Evolução Consciente é Real e Está Disponível
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- Oi, é o Ronny, tudo bem? Queria começar te dizendo que não é uma metáfora. Eu penso que quando a Logosofia apresenta essa jornada como sendo um caminho, né, o caminho da evolução consciente e projeta essa imagem que esse tópico projeta, a gente tem a tendência de de amenizar, sabe? É, acho que a mente, nossa mente tá sempre acostumada a quando tem algo muito assim grande, especialmente algo que a gente não é familiarizado com, a mente tende a dar uma amenizada na compreensão, nas imagens. Por quê? Porque em geral se entende que é praticamente inalcançável. É como se fosse impossível, né, a gente sair dessa vida terrena apenas e adentrar e começar a experimentar uma vida que se expande de forma… para mim era impensável antes. Eu não tinha ideia de como era isso. E eu penso que isso é das coisas mais encantadoras que tem na Logosofia, é essa capacidade que o conhecimento logosófico tem de simplesmente ir abrindo horizontes que antes eu não via, que não existiam para mim, porque se eu não vejo é como se não existisse para mim. E é incrível essa capacidade. Por quê? Porque a cada vez que eu leio, que eu mergulho nesses ensinamentos, buscando essa porção de verdade que eu busco, né, cada dia é como se a gente ao conseguir uma porção maior ou mais uma porçãozinha dessa… dessas, é como se o horizonte desse aquela expandida, sabe? Como se o horizonte de repente se abrisse ainda mais. E cada vez que abre mais o horizonte, é um negócio exponencial, porque quando ele abre lá na frente quando eu olho, ele parece muito maior. Então, é um… vamos dizer assim, é realmente um outro mundo que vai se descortinando para a gente. E o risco é a gente entender tudo isso como uma metáfora, como uma forma de, uma forma poética de se referir a alguma coisa mais comum. E eu entendo que não. Não é uma metáfora. É a mesma coisa, por exemplo, se a gente olhar… eu estava me referindo no último podcast ao filme Matrix, né? A história ou a imagem que o filme projeta, também parece apenas uma metáfora. Aí você fala assim: "Ah, Ronny, mas não é real, né?" Não. Que não é real, claro, que não é… de novo, né? Eu não acredito que a gente vive numa simulação de computador, não é isso. Mas o que o filme está apresentando é aquilo que eu olho hoje e cada dia me identifico um pouco a mais com o fulcro dessa imagem. Que é a imagem dessa busca, dessa luta pela libertação mental, espiritual, que o ser humano há tanto tempo trava. Essa busca sem saber o quê, direito, onde, que nos move, que nos inquieta há tanto tempo. O problema é que como são realidades que a gente teve tanto, há tanto tempo afastado… como é… é que nem a gente, sabe assim, quando a gente é criança, a gente não conhece o gosto das coisas. Então, enquanto a gente não conhece o gosto das coisas, aquilo que a gente ainda não provou, é como se não existisse para a gente. A gente não sente falta de uma coisa que a gente não provou ainda, né? Agora, depois que a gente prova um chocolate, por exemplo… você faz assim um sorvete, aí diz assim: "Ah, eu quero mais, né? Claro que eu quero". Então me parece que a gente tá num ponto muito semelhante a esse nosso ponto na infância. Porque é um caminho, é uma jornada que vai adentrando, a gente vai ingressando realmente em zonas que eram totalmente desconhecidas. E já se fez realmente muitos ensaios de ingressar nessas zonas ao longo dos milênios. O problema é: como é que se ingressa nessas zonas, nesse caminho, nessa busca, né, nessa jornada, sem se perder, sem se enganar? E nisso a Logosofia tem uma garantia muito importante. Porque cada um de nós vai ingressar nessa jornada que é dentro de si mesmo. Não vai ingressar numa jornada de terceiros. Não vai simplesmente embarcar, né, num ônibus de turismo ou num jipe para… com alguém dirigindo na selva. Não, não. A gente tá falando, está tratando de algo que cada um, que começa em cada um de nós, cada um vai empreender essa jornada em si mesmo. E no final é como, por exemplo, no filme que eu tô me referindo, essa é uma jornada individual, não é uma jornada fora de si mesmo. A transformação, o despertar para essa realidade vai ocorrer e deve ocorrer apenas dentro de si mesmo. O mundo não vai mudar como ele é hoje, né? A mudança, a transformação é em cada um. É quando a gente deixar de olhar apenas as coisas pelo aspecto material e físico que são, que têm, e a gente começar a entender por que a gente vive o que vive e como é que a gente deve ver aquilo que se apresenta à nossa vida. Eu, quando eu falei, né, e afirmei que hoje, né, na atualidade, eu olho… eu cada vez que eu assisto esse filme, eu me identifico cada vez mais com a história do personagem principal. Por quê? Porque é uma questão de cada vez mais a gente ir se identificando com essa jornada épica, essa luta, essa jornada heróica que é uma libertação, um processo de libertação de tudo o que até hoje nos impediu de sermos e de vivermos a verdadeira vida que a gente sempre quis viver. Sempre intuiu que era possível viver. E que de novo não muda as coisas como são na Terra. Mas muda completamente a forma como a gente entende, experimenta, sente e observa a própria vida. A advertência que o ensinamento logosófico faz, eu penso que ela é crucial e cada vez que eu leio essa parte do ensinamento eu fico: puxa, eu fico pensando assim, eu preciso me esforçar mais, né? É que assim, não dá para realizar essa jornada carregando um lastro excessivo. E que lastro seria esse? A Logosofia aponta de forma muito clara. O lastro são pré-conceitos, ou seja, conceitos que foram, né, concebidos em algum momento da nossa história, serviram em algum momento, mas não servem para essa jornada, porque eles não tratam ou não têm junto com esses conceitos… não há o conhecimento dos princípios sobre o mundo metafísico. Esse mundo interno, esse mundo mental. Então, os conceitos que a gente em geral absorve na humanidade, na cultura corrente vigente, são conceitos que carecem do conhecimento transcendente. Dessa forma, são capengas. Eles servem para algumas situações e para viver uma vida vida básica, terrena. Mas não servem nessa jornada interna. Por isso que a Logosofia apresenta novos conceitos, conceitos que têm esse princípio do conhecimento transcendente por trás de cada um deles. Então, há uma revisão de conceitos que é necessária nesse processo. Essa jornada não se dá se a gente não começar a colher esses novos conceitos que a Logosofia oferece e considerá-los, né, para a razão, com a razão, com a própria capacidade mental e começar a observar como é que é a vida sob a lente desses novos conceitos. Porque de novo esse caminho tá à disposição de todos nós. Mas a decisão de… a decisão parece a coisa mais lógica que tem, né? A decisão de: claro que eu quero, o caminho, esse caminho, essa jornada da evolução consciente, é claro que a gente quer. Ou pelo menos, a gente não sabia nomear assim, mas é mais ou menos ou praticamente aquilo que cada um de nós intui que pode ser a vida, uma vida consciente, plena. Mas entre a gente querer e a gente tomar decisão, no filme essa decisão é apresentada como uma pílula, né, que inicia um processo de despertar a um… a uns… a um pedaço de vida que tem que ser vivido, né? Porque é uma decisão que a gente tem que reiterar depois todo dia. É como se todo dia a gente tivesse a escolha entre tomar a pílula que desperta ou tomar a pílula que nos deixa no sono, nos deixa no sonho, no pesadelo às vezes, né? É uma jornada de fato épica. Só que é uma jornada que permite que cada dia, cada um de nós se identifique um tanto a mais com essa jornada. E eu estou num ponto assim que cada dia eu vejo um tantinho a mais de como essa verdade é a verdade que eu busco, né? Qual verdade? A verdade de um mundo metafísico, que abarca tudo que a gente vive, mas que antes eu não via. E aí o desafio, talvez mais difícil, é a gente se colocar durante o dia de acordo com essa realidade e não mais tomar, né, as ações, decisões, opções apenas sob a luz da realidade terrena, física, material. Esse é o caminho. E o caminho é um caminho que cada um de nós forja, né? Abre, concretiza, né, solidifica a cada dia nessa prática. A Logosofia vai exatamente… vem exatamente ensinar a prática da vida consciente para que esse processo de evolução seja consciente. É isso que esse livro, né, vai nos deixar bem explicado: esse processo, esse caminho, são esses conhecimentos, né, base dessa caminhada, dessa jornada. Mas eu te digo uma coisa, com certeza: se essa jornada é a jornada que você quer, se é o que você intui que é o que você buscava, a gente vai estar junto. E juntos nós somos muito mais fortes e ninguém vai ficar pelo caminho. A gente vai estar sempre aqui, um apoiando o outro, nessa maravilhosa jornada que é o caminho da evolução consciente. Bora? Bora, sim. Boa leitura, boas reflexões, fique bem e até o próximo podcast.