
Como é morrer, mamãe?
Era uma manhã agradável dos primeiros dias de setembro. Um telefonema irrompe logo cedo. Do outro lado da linha, o irmão de meu marido; ele foi incumbido de dar a notícia e, com voz firme de quem carrega a esperança da eternidade no coração, disse: - O pai morreu! Meu sogro havia falecido. As crianças haviam perdido o avô. Arno fez questão de contar a eles. Os olhinhos arregalados e curiosos acompanharam as diversas perguntas sobre o avô, a vida, a morte e o céu. Muitas questões foram respondidas. Mesmo assim, as inúmeras possibilidades de resposta naquela manhã pareciam tão gigantescas e tão…
The skinny
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